Ai que saudades eu tiha
Da minha humilde casinha
Muito rico dentro dela
Fora dela vida pobrezinha
É casa adorada
É casa querida
É casa abençoada
É casa da minha vida
Mas onde nasci/cresci
Tinha vale tinha serra
Tinha redes tinha barco
Pescar de Terra em Terra
Tudo aqui é fascinante
Belo ambiente me rodeia
Tmabém toca cá o sino
Bem alto na minha aldeia
Tenho a água da fonte
Fruteiras com fruto meu
Tenho cá fragas e montes
O Rio e o azul do Céu
Tenho a aragem do rio
Poluição não tenho cá
Tenho o ar puro da serra
E tudo a terra me dá
Tenho a bela luz do Luar
As presas que me dão águas
Tenho canas e pesco peixe
O meu rio curte-me as mágoas
Venham ver a minha aldeia
Vejam o Rumesal e Portelos
Venham ver o Lindo Douro
Banhar Midões e Cancelos
Amigo Rio Douro, permite que sejamos extensivos e tenhamos uma palavra de carinho e afecto ao nosso querido rio Tejo e Lago Niassa em Metangula Moçambique. Quantas vezes tiveram a paciência de me ouvirem desabafar as saúdades que tinha de ti e desteds hospitaleiros lugares. Somos prudentes e por sabermos partilhar somos tão queridos. Para o Ano de dois mil e nove, vou pedir um dia de cada vez, para mim e para vós para que assim possamos continuar a nos deliciar conversando e prometo-te que irei começar em 2009 histórias antigas que fizeram história. E a propósito de histórias ocorre-me aquele quando o A. Vênancio deu um tiro na vela de um Barco Rabelo e ela rasgou instantáneo de baixo a cima. Não era uma Pistola, mas um pistolão de chumbo. Para ti e nossos Amigos um 2009 muito bom.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
domingo, 28 de dezembro de 2008
DESEJADAS COMPANHIAS - NOGUEIRA DA REGEDOURA - CANCELOS/SEBOLIDO -Acordar em Cancelos
P´la frincha da Janela
Sinto uma brisa entrar
Abro os olhos e vejo
Um raio de Sol a brilhar
Mas eis que abro a Janela
Logo o Rio me a convidar
Parecem que os três combinam
A hora de me acordar
Já levantado abro braços
Para a todos abraçar
Enquanto o Sol me aquece
E me dá forças p´ra andar
O Douro e o convite diário
Com a sua água a brilhar
Desafiando-me com a sua beleza
P´ra nas suas águas me banhar
Vem a brisa e diz baixinho
Abre os olhos para bem ver
Como é atraente Cancelos
Que dá felicidade cá viver
O Douro rio da Concórdia
Limpou-me a minha memória
O Sol aqueceu-me a Alma
A Brisa truxe-me a calma
Depois de vivido mais um dia maravilhoso regressei de novo ao vale dos lençóis, o silêncio é absoluto e aconselhdo ao repouso, esperando poder amanhã poder contar de novo com os meus amigos. Um Domingo em Dezembro
Sinto uma brisa entrar
Abro os olhos e vejo
Um raio de Sol a brilhar
Mas eis que abro a Janela
Logo o Rio me a convidar
Parecem que os três combinam
A hora de me acordar
Já levantado abro braços
Para a todos abraçar
Enquanto o Sol me aquece
E me dá forças p´ra andar
O Douro e o convite diário
Com a sua água a brilhar
Desafiando-me com a sua beleza
P´ra nas suas águas me banhar
Vem a brisa e diz baixinho
Abre os olhos para bem ver
Como é atraente Cancelos
Que dá felicidade cá viver
O Douro rio da Concórdia
Limpou-me a minha memória
O Sol aqueceu-me a Alma
A Brisa truxe-me a calma
Depois de vivido mais um dia maravilhoso regressei de novo ao vale dos lençóis, o silêncio é absoluto e aconselhdo ao repouso, esperando poder amanhã poder contar de novo com os meus amigos. Um Domingo em Dezembro
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A viuda é bela. Basta saber partilhá-la.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Terras da Saudade Sebolido e Freguesia de Sebolido
Foi publicado e é louvável uma colecção de postais da freguesia de Sebolido.Neste Natal e ano de 2008, a minha homenagem é ao Lugar de Cancelos, Sebolido, Midões/Raiva - Castelo de Paiva e ao Rio Douro.















Sebolido terra agrícola
Era farta em batata e grelos
Muge, Barbo, Sável e Lampreia
Pescava po povo de Cancelos
Cancelos lugar adorável
que saibam o povo vindouro
havia um belíssimo areeiro
banhado pelo Rio Douro
Rio Douro de paixões
No coração de todos nós
Foi grande amor que viveram
Eu, meus pais e meus avós















Sebolido terra agrícola
Era farta em batata e grelos
Muge, Barbo, Sável e Lampreia
Pescava po povo de Cancelos
Cancelos lugar adorável
que saibam o povo vindouro
havia um belíssimo areeiro
banhado pelo Rio Douro
Rio Douro de paixões
No coração de todos nós
Foi grande amor que viveram
Eu, meus pais e meus avós
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Nogueira da Regedoura um Amor, Midões/Raiva-Cancelos/Sebolido- Armada e Rio Douro as minhas grandes Paixões.
Natal de 2008 aqui com o meu rio junto a mim, ao cantinho da Lareira na minha acolhedora casinha reunido com toda a familia vem-me á memória gratas recordações.
Os meus bons velhos tempos regressam, trazem-me consigo de novo os Amigos, as memórias, vontades, vidas de inteira dedicação, amores e Paixões.
À medida que me ocorre o tempo, o caminho alarga-se, fica mais claro, mais belo e limpídos os sonhos a que fui aspirando durante uma vida.
Tráz-me a hora do dia após um dia em cada minuto. Apraz - me registar uma vitória iminente a de me corporizar de corpo e alma. Esta confiança, não permite que memórias de passagens dolorosas, me reprimam e reabram mazelas que no tempo tão mal me fizeram e me recordem o altissimo preço que paguei. Incontáveis as facturas que me não me pertenciam, mas que originado pelo momento de dependência e descrédito não me deixavam alternativas, tive de pagá-las como minha,muito mais tarde na maioria dos casos a reposição foi possível. Prevaleciam sempre as verdades da mentira(Era este o preço a pagar). Nunca ocultarei esse tempo assumo-o sem vergonha do passado. Quando mais não seja para que o meu testesmunho sirva aos vindouros como exemplo do preço que se paga, quando um dia somos vencidos e mergulhados por qualquer dependência e somos empurrados cada vez mais para o fundo do poço. Para os incautos da desgraça, que não querem ler nem ouvir sed fosse possível contar-lhes tudo isto , limitar-lhes-ía o seu campo de acção, mas seguramente para a grande maioria as experiências vividas e contadas na primeira pessoa sempre interessaram e assim continuarão no futuro. Em cada vida vivida com honradez há inúmeras coisas a dizer e não será num quarto de página, ou numa página,que tudo sed torna possivel ilucidar, mas sim em inúmeras páginas. Tudo depende da paciência de quem nos comedça a ler, porque é sempre a ele que nos dirigimos. Este Natal em tempo de crise profunda engendrada pelo consumismo foi um Natal de inspiração, o despontar de uma nova luz ao fundo do Túnel a iluminar o bom camin ho para que tormentos constantes há mais de vinte anos tendam a desaparecer, assim este Natal foi um Natal diferente e que me ocorreu todos os bons dias que na min ha já longa caminhada que foram todos eles verdadeiros Natais. Quero partilhar estes verdadeiros Natais com todos aqueles que no Mundo sofrem uma maior tristeza e dor angústiante. Na maioria das vezes originado por egoismo e malvadez de outros, que lhe impingem que a obrigação do seu sofrimento é um castigo Divino, lavando as suas mãos como Pilatos. Pode trocar nedsta maravilçhosa Festa do Natal o frio qued lá fora se fazia sentir, pelo maginfico vcalçor da Lareira, admirar o presépio e a iluminação no Pinheiro do Natal colhido no meu tapado,troquei prendas, e falei com os medus progednitores que já partiram e não senti a necessidade de perdoar ou sedr perdoado, pçois desde há muito anos que tenho sabido partilhar e neste partilhar de bens e solidariedade sei que minorei algumas carências e assim tive o prémio a que mais ambicionava. (A Festa da Alegria e o retorno do Estado de Confiança de que sempre careço, mas que sei que apenas o continuarei a merecer se procurar ser enm cada dia mais e melhor. Não só partilhar em algumas situações. Mas ser constante. Vou procurar ser melhor. Estar de bem com a vida.É um privilégio dos Solidários de causas nobres. Este Natal foi mesmo um bom Natal
Os meus bons velhos tempos regressam, trazem-me consigo de novo os Amigos, as memórias, vontades, vidas de inteira dedicação, amores e Paixões.
À medida que me ocorre o tempo, o caminho alarga-se, fica mais claro, mais belo e limpídos os sonhos a que fui aspirando durante uma vida.
Tráz-me a hora do dia após um dia em cada minuto. Apraz - me registar uma vitória iminente a de me corporizar de corpo e alma. Esta confiança, não permite que memórias de passagens dolorosas, me reprimam e reabram mazelas que no tempo tão mal me fizeram e me recordem o altissimo preço que paguei. Incontáveis as facturas que me não me pertenciam, mas que originado pelo momento de dependência e descrédito não me deixavam alternativas, tive de pagá-las como minha,muito mais tarde na maioria dos casos a reposição foi possível. Prevaleciam sempre as verdades da mentira(Era este o preço a pagar). Nunca ocultarei esse tempo assumo-o sem vergonha do passado. Quando mais não seja para que o meu testesmunho sirva aos vindouros como exemplo do preço que se paga, quando um dia somos vencidos e mergulhados por qualquer dependência e somos empurrados cada vez mais para o fundo do poço. Para os incautos da desgraça, que não querem ler nem ouvir sed fosse possível contar-lhes tudo isto , limitar-lhes-ía o seu campo de acção, mas seguramente para a grande maioria as experiências vividas e contadas na primeira pessoa sempre interessaram e assim continuarão no futuro. Em cada vida vivida com honradez há inúmeras coisas a dizer e não será num quarto de página, ou numa página,que tudo sed torna possivel ilucidar, mas sim em inúmeras páginas. Tudo depende da paciência de quem nos comedça a ler, porque é sempre a ele que nos dirigimos. Este Natal em tempo de crise profunda engendrada pelo consumismo foi um Natal de inspiração, o despontar de uma nova luz ao fundo do Túnel a iluminar o bom camin ho para que tormentos constantes há mais de vinte anos tendam a desaparecer, assim este Natal foi um Natal diferente e que me ocorreu todos os bons dias que na min ha já longa caminhada que foram todos eles verdadeiros Natais. Quero partilhar estes verdadeiros Natais com todos aqueles que no Mundo sofrem uma maior tristeza e dor angústiante. Na maioria das vezes originado por egoismo e malvadez de outros, que lhe impingem que a obrigação do seu sofrimento é um castigo Divino, lavando as suas mãos como Pilatos. Pode trocar nedsta maravilçhosa Festa do Natal o frio qued lá fora se fazia sentir, pelo maginfico vcalçor da Lareira, admirar o presépio e a iluminação no Pinheiro do Natal colhido no meu tapado,troquei prendas, e falei com os medus progednitores que já partiram e não senti a necessidade de perdoar ou sedr perdoado, pçois desde há muito anos que tenho sabido partilhar e neste partilhar de bens e solidariedade sei que minorei algumas carências e assim tive o prémio a que mais ambicionava. (A Festa da Alegria e o retorno do Estado de Confiança de que sempre careço, mas que sei que apenas o continuarei a merecer se procurar ser enm cada dia mais e melhor. Não só partilhar em algumas situações. Mas ser constante. Vou procurar ser melhor. Estar de bem com a vida.É um privilégio dos Solidários de causas nobres. Este Natal foi mesmo um bom Natal
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
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