domingo, 28 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Terras da Saudade Sebolido e Freguesia de Sebolido
Foi publicado e é louvável uma colecção de postais da freguesia de Sebolido.Neste Natal e ano de 2008, a minha homenagem é ao Lugar de Cancelos, Sebolido, Midões/Raiva - Castelo de Paiva e ao Rio Douro.















Sebolido terra agrícola
Era farta em batata e grelos
Muge, Barbo, Sável e Lampreia
Pescava po povo de Cancelos
Cancelos lugar adorável
que saibam o povo vindouro
havia um belíssimo areeiro
banhado pelo Rio Douro
Rio Douro de paixões
No coração de todos nós
Foi grande amor que viveram
Eu, meus pais e meus avós















Sebolido terra agrícola
Era farta em batata e grelos
Muge, Barbo, Sável e Lampreia
Pescava po povo de Cancelos
Cancelos lugar adorável
que saibam o povo vindouro
havia um belíssimo areeiro
banhado pelo Rio Douro
Rio Douro de paixões
No coração de todos nós
Foi grande amor que viveram
Eu, meus pais e meus avós
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Nogueira da Regedoura um Amor, Midões/Raiva-Cancelos/Sebolido- Armada e Rio Douro as minhas grandes Paixões.
Natal de 2008 aqui com o meu rio junto a mim, ao cantinho da Lareira na minha acolhedora casinha reunido com toda a familia vem-me á memória gratas recordações.
Os meus bons velhos tempos regressam, trazem-me consigo de novo os Amigos, as memórias, vontades, vidas de inteira dedicação, amores e Paixões.
À medida que me ocorre o tempo, o caminho alarga-se, fica mais claro, mais belo e limpídos os sonhos a que fui aspirando durante uma vida.
Tráz-me a hora do dia após um dia em cada minuto. Apraz - me registar uma vitória iminente a de me corporizar de corpo e alma. Esta confiança, não permite que memórias de passagens dolorosas, me reprimam e reabram mazelas que no tempo tão mal me fizeram e me recordem o altissimo preço que paguei. Incontáveis as facturas que me não me pertenciam, mas que originado pelo momento de dependência e descrédito não me deixavam alternativas, tive de pagá-las como minha,muito mais tarde na maioria dos casos a reposição foi possível. Prevaleciam sempre as verdades da mentira(Era este o preço a pagar). Nunca ocultarei esse tempo assumo-o sem vergonha do passado. Quando mais não seja para que o meu testesmunho sirva aos vindouros como exemplo do preço que se paga, quando um dia somos vencidos e mergulhados por qualquer dependência e somos empurrados cada vez mais para o fundo do poço. Para os incautos da desgraça, que não querem ler nem ouvir sed fosse possível contar-lhes tudo isto , limitar-lhes-ía o seu campo de acção, mas seguramente para a grande maioria as experiências vividas e contadas na primeira pessoa sempre interessaram e assim continuarão no futuro. Em cada vida vivida com honradez há inúmeras coisas a dizer e não será num quarto de página, ou numa página,que tudo sed torna possivel ilucidar, mas sim em inúmeras páginas. Tudo depende da paciência de quem nos comedça a ler, porque é sempre a ele que nos dirigimos. Este Natal em tempo de crise profunda engendrada pelo consumismo foi um Natal de inspiração, o despontar de uma nova luz ao fundo do Túnel a iluminar o bom camin ho para que tormentos constantes há mais de vinte anos tendam a desaparecer, assim este Natal foi um Natal diferente e que me ocorreu todos os bons dias que na min ha já longa caminhada que foram todos eles verdadeiros Natais. Quero partilhar estes verdadeiros Natais com todos aqueles que no Mundo sofrem uma maior tristeza e dor angústiante. Na maioria das vezes originado por egoismo e malvadez de outros, que lhe impingem que a obrigação do seu sofrimento é um castigo Divino, lavando as suas mãos como Pilatos. Pode trocar nedsta maravilçhosa Festa do Natal o frio qued lá fora se fazia sentir, pelo maginfico vcalçor da Lareira, admirar o presépio e a iluminação no Pinheiro do Natal colhido no meu tapado,troquei prendas, e falei com os medus progednitores que já partiram e não senti a necessidade de perdoar ou sedr perdoado, pçois desde há muito anos que tenho sabido partilhar e neste partilhar de bens e solidariedade sei que minorei algumas carências e assim tive o prémio a que mais ambicionava. (A Festa da Alegria e o retorno do Estado de Confiança de que sempre careço, mas que sei que apenas o continuarei a merecer se procurar ser enm cada dia mais e melhor. Não só partilhar em algumas situações. Mas ser constante. Vou procurar ser melhor. Estar de bem com a vida.É um privilégio dos Solidários de causas nobres. Este Natal foi mesmo um bom Natal
Os meus bons velhos tempos regressam, trazem-me consigo de novo os Amigos, as memórias, vontades, vidas de inteira dedicação, amores e Paixões.
À medida que me ocorre o tempo, o caminho alarga-se, fica mais claro, mais belo e limpídos os sonhos a que fui aspirando durante uma vida.
Tráz-me a hora do dia após um dia em cada minuto. Apraz - me registar uma vitória iminente a de me corporizar de corpo e alma. Esta confiança, não permite que memórias de passagens dolorosas, me reprimam e reabram mazelas que no tempo tão mal me fizeram e me recordem o altissimo preço que paguei. Incontáveis as facturas que me não me pertenciam, mas que originado pelo momento de dependência e descrédito não me deixavam alternativas, tive de pagá-las como minha,muito mais tarde na maioria dos casos a reposição foi possível. Prevaleciam sempre as verdades da mentira(Era este o preço a pagar). Nunca ocultarei esse tempo assumo-o sem vergonha do passado. Quando mais não seja para que o meu testesmunho sirva aos vindouros como exemplo do preço que se paga, quando um dia somos vencidos e mergulhados por qualquer dependência e somos empurrados cada vez mais para o fundo do poço. Para os incautos da desgraça, que não querem ler nem ouvir sed fosse possível contar-lhes tudo isto , limitar-lhes-ía o seu campo de acção, mas seguramente para a grande maioria as experiências vividas e contadas na primeira pessoa sempre interessaram e assim continuarão no futuro. Em cada vida vivida com honradez há inúmeras coisas a dizer e não será num quarto de página, ou numa página,que tudo sed torna possivel ilucidar, mas sim em inúmeras páginas. Tudo depende da paciência de quem nos comedça a ler, porque é sempre a ele que nos dirigimos. Este Natal em tempo de crise profunda engendrada pelo consumismo foi um Natal de inspiração, o despontar de uma nova luz ao fundo do Túnel a iluminar o bom camin ho para que tormentos constantes há mais de vinte anos tendam a desaparecer, assim este Natal foi um Natal diferente e que me ocorreu todos os bons dias que na min ha já longa caminhada que foram todos eles verdadeiros Natais. Quero partilhar estes verdadeiros Natais com todos aqueles que no Mundo sofrem uma maior tristeza e dor angústiante. Na maioria das vezes originado por egoismo e malvadez de outros, que lhe impingem que a obrigação do seu sofrimento é um castigo Divino, lavando as suas mãos como Pilatos. Pode trocar nedsta maravilçhosa Festa do Natal o frio qued lá fora se fazia sentir, pelo maginfico vcalçor da Lareira, admirar o presépio e a iluminação no Pinheiro do Natal colhido no meu tapado,troquei prendas, e falei com os medus progednitores que já partiram e não senti a necessidade de perdoar ou sedr perdoado, pçois desde há muito anos que tenho sabido partilhar e neste partilhar de bens e solidariedade sei que minorei algumas carências e assim tive o prémio a que mais ambicionava. (A Festa da Alegria e o retorno do Estado de Confiança de que sempre careço, mas que sei que apenas o continuarei a merecer se procurar ser enm cada dia mais e melhor. Não só partilhar em algumas situações. Mas ser constante. Vou procurar ser melhor. Estar de bem com a vida.É um privilégio dos Solidários de causas nobres. Este Natal foi mesmo um bom Natal
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
domingo, 21 de dezembro de 2008
Niassa Metangula -O Hipopótamo que me proporcionou uma saborosa Bifalhada. Recordaçoes. Vida de Marinheiro
As minhas gravações mentais. Dão-me a imagem real de quanto foi bom lá ter vivido. Os momentos inesqueciveis. Aprendi a conviver em agrupamento, a saber avaliar o que é uma Guerra de Guerrilha. A Propanda Psiquica. Tenho bem gravado na minha memória e estou convicto que jamais se apagará. A Fotografia que era distribuída em panfletos da Avioneta junto das populações nativas:- O Chinês muito Gordo, a procurar convencer o nativo que ele comia tudo e nada deixava para eles comerem. O Bom Português, muito Amigo; Magrinho, porque comia e repartia. Eramos umas Almas Santas. É aquela máxima :- Quem as conta fica aliviado. Quem as conhece. Fica incomudado.Aprendi imenso:- Hoje sei avaliar; o quanto era importante para os negros que trabalhavam na Marinha, a chegada das sextas-feiras, percebo agora, porque barafustavam uns com os outros e quase se guerreavam para que eu os escolhesse, para os levar comigo a lavarem a piscina.Pois levantava álcool misturado para lavar o quadro de Lousa, onde se escreviam os Brifings e ddeixava o Garrafão onde eles o viam e não se cansavam de me pedir uns copitos quando acabassem a Limpeza. Rápidamente ficava tudo nos trinques,deixavam a piscina a brilhar,nãoera necessário eu estar junto deles, era tal a força e rapidez com que esfregavam, para beberem quando acabassem tivessem assegurado que na próxima semana os voltasse a levar. Valia que a Argamassa era forte e resistente, de contrário não resistiria. Era a Dependência Alcoólica.Só Anos mais tarde o percebi.Essa conversa teve-a comigo um Comandante da Frelimo quando me disse que previam ter de lutar de entre vinte a 25 anos para combaterem a Prostituição e o Alcolismo. Infelizmente essa meta não é realizável, porque as coisas pioraram de tal ordem, que se tornou numa tragédia não só a nivel de Moçambique, mas também a nivel Mundial. Continuando o relato do meu registo de recordações:-As corridas do Comandante Manel ele de Jeep e os Nativos a terem de correr lado a lado na tentativa de lá chegarem primeiro ao campo de aterragem. Se chegassem deplois tinham problemas. Mas claro e evidente, que o Nativo não atingia os 60km, Como tal chegava sempre depois. Era um apanhado do Clima. Porque não voltar a matar as Galinhas do Malawi, ele enterrá-las, nós a desenterrá-las e fazer-mos fortes Ranchos da Porca (Tainas-Patuscadas), mesmo que viessemos de novo a pagar, para que ele não fosse participar de nós ao Comandante. Voltar a comer um Bom Churrasco do Aviário e o Barros Escriturário, com o Dinheiro dos Frangos a tara perdida voltar a comprar uma nova aparelhagem para podermos participar noutro grandioso espectáculo com o Conjunto do Exército, organizado pelo Vitorino. Porque nãovoltar a matar o Gato da Cozinha e a cozinhá-lo, a reorganizar o Grupo de Folrcados para mais uma pega de Caras, ás Vacas, quando elas coitadase cheias de fome mal sed conseguiam manter de pé. (Mas que nos divedrtia-mos é uma realidade. Vo.tar ascalçar as luvas de Boxe e afincadamente continuar os meus treinos, assim como os de Pesos e Alteres.Uma Nova Viagem ás Cantinas,desta feita sómente para beber um sumo, já que há muitos anos álcool não entra. Voltar de novo a trabalhar com o então meu Chefe de Estado Maior no Lago Niassa, o Saudoso Comandante Chuquere. O Todo Militar. Comandante Espadinha Galo, com quem mais tarde vim a estar novamente na Escola Naval. Sei ter tido uma Brilhante Carreira e chegado a Oficial General. O Comandante Simões E Vasconcelos, pessoas maravilhosas que conheci em Nampula. Montar de Novo a Banca da Batota, com o Cabo Rola, Chera, Sotero de entre muitos outros, que seria uma lista demasiada longa. O regresso do Concurso das Misses organizado pelo então Capelão Delmar Barreiros. Os 22 fados da Amália. O Conjunto João Paulo,tantas e tantas outras maravilhosas recordações, que posteriormente e logo que tenha disponibilidade mencionarei. O Privilégio de lá ter regressado e poder estar na noite memorável da Independência.Para quem como eu tinha uma ideia totalmente favorável ás Independências. Não poderia ter recebido melhor prenda. Continuo hoje a considerar-me um priviligiado por ter feito parte integrante dessa guarnição a bordo da Fragata Hermenegildo Capelo. Nesta Comissão, foi-me proporcionado dado a conhecer a maior das Cidades de Moçambique, junto ao Mar. Poder lá estar pessoalmen te. Já que o cargo que exerci, que nos quatro anos de Estado Maior (Serviço de Informações) me proporcionavam conhecer, todas as localidades práticamente existentes nesta provincia,o mesmo acontecendo com as restantes Ex- . Saúdades desse tempo !... São mais que muitas. Saudades da Laurentina e Companhia, os Pires de Camarão e Dobrada, os Frangos no Restaurante Chinês e nas Festas dos Macuas e Nianjas. Ma Parra Inhú Carruane.Muito Obrigado. Por hoje vamos nos despedir com um um Abraço Amigo e a certeza de que um dia destes continuaremos a conversa. Mais vale um minuto bem passado, que um microsegundo a vegetar.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
IGREJA NOGUEIRA DA REGEDOURA (OS MILITARES E AS FOTOGRAFIAS) O Natal de 2008
Todos nós na vida temos uma maneira própria que pensamos ser a que melhor nos pode conduzir a sermos protegidos, ou então não sermos expostos a situações que podem ter fim trágico. A minha Mãe fiel devota do Santissimo Sacramento da Igreja da Raiva em Castelo de Paiva, sempre acreditou piamente que forças divinas poderiam proteger os outros e em particular os seus Filhos. Era um pessoa de umaconduta exemplar uma exemplar praticanted religiosa e com tal fácilmente os seu pedidos poderiam ser atendidos. Apesar de saber aceitar todos os sacrifícios a que a vida lhe proporcionou, sem queixumes, acreditava que aos outros poderiam ser evitados. Vem isto a propósito e quando se passaram 40 anos; decidi por razões que agora não é muito importar trazer para aqui me oferecer voluntário por quatro anos para uma Comissão de Serviço em Moçambique. Minha Mãe que já se deparava com a dificuldade e o medo de perder o filho que estava a cumprir serviço no Exército na Guiné, ao ser confrontada com a noticía confirmada que eu também tinha partido. Acreditava que a melhor forma de nos proteger era uma Foto na Igreja da Terra onde habitava (Nogueira da Regedoura). Não valia de nada ela saber que eu desde pequeno todos os actos religiosos que pratiquei foi sempre ou por ser obrigado, ou então para evitar que os problemas se agudizassem. De nada valeu sempre lhe tivesse dito que a Crença Religiosa em mim não entrava. No imaginário dela eu era Cristão e o que lhe dizia entrava por um e saía pelo outro. Qual foi o meu espanto meses depois de ter regressado que a minha Fotografia ainda se lá encontrava entre muitas outras como que a conseguir uma protecção divina. Todos os anos abordo um tema em que ela esteja presente este ano e passados os 40 quero dizer-lhe que esteja onde estiver não lhe quero cobrar nada e que me continuo a manter sem qualquer tipo ligação de religiosidade e convictamente irei continuar enquanto por cá andar. Sinto-me bem assim. Mas a importância que dou a todas as datas que ela religiosamente respeitava eu as respeito. Era o Natal para ela a data mais importante. Pelo respeito e amor que lhe tenho continuo a fazer de todos os Natais desde que ela partiu o Natal da Minha Mãe seguido rigorosamednte o Natal tradicional que sempre lhe conheci nestas largas dezenas de Anos. Ao recordar-me do Natal a única tristeza que sinto foram os Natais que por força maior tive de passar longe dela. Hoje passo os Natais na sua companhia, certo que ela partiu mas só fisícamente em todo o resto e no prato está sempre comigo. Obrigado Mãe pela Fotografia e pela forma brilhante como fui ensinado a viver o Natal. Como fisícamente não é possivel estar presente. Vou comer mais uma rabanada, um pouco de Aletria e mais uma posta de bacalhau, que esgtará no prato reservado a si. Comprei do Grosso como nos outros tempos e vou cozê-lo depois o Farrapo Velho e á noite Assá-lo. Também as Trinchudas estão aqui no Campo e não tardam pela demora. O Natal vai ser aqui como de costume em Cancelos/Sebolido o Ano Novo em Nogueira da Regedoura. Obrigada Mãe pela Fotografia. Na minha mente os nossos dias Mães são todos eles verdadeiros Natais.
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